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ENGLISH VERSION
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A menor força para a maior eficiência
O Jiu-Jitsu surgiu há mais de 2.500 anos
na Índia com os monges budistas, que por sua religiosidade não
usavam armas para lutar e desenvolveram uma técnica de defesa
pessoal baseada no conhecimento profundo do corpo humano.
Com sua difusão, a luta chegou ao Japão onde foi aperfeiçoada
e ministrada aos nobres samurais. A partir do Jiu-Jitsu surgiram lutas
como o Sumô, Karatê, Kempô e o Judô.
Quando os portos japoneses foram abertos ao ocidente, o governo passou
a classificar o ensino do Jiu-Jitsu aos ocidentais como crime de
lesa-pátria, fazendo assim com que ensinassem uma forma branda
de Jiu-Jitsu classificada como Judô, para que a supremacia técnica
dos japoneses não fosse posta em risco.
Por volta de 1917, chegou ao Brasil o campeão japonês
de Jiu-Jitsu Mitsuo Maeda, conhecido como Conde Koma.
Mitsuo Maeda passou a ensinar o verdadeiro Jiu-Jitsu a Carlos
Gracie que, junto com seus irmãos, desenvolveu novas técnicas
da luta e a difundiu pelo Brasil, mostrando a supremacia do Jiu-Jitsu sobre
as demais lutas.
No Jiu-Jitsu, a proposta é a invencibilidade e por isso a luta
só termina quando um dos lutadores bate com as mãos
no tatame, como sinal de desistência.
O Jiu-Jitsu não é um esporte violento e sua filosofia
básica é mesmo a defesa.
Muitos desafios se sucederam, mas com seu progressivo desenvolvimento
técnico, o Jiu-Jitsu passou a ser visto como uma luta acadêmica,
competitiva, com ênfase na parte esportiva.
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